O Museu

O Museu Ferroviário e do Café Machadense

O Museu Ferroviário e do Café Machadense foi concebido a partir de iniciativas culturais anteriores. Em 2007, o Diretor da Folha Machadense iniciou os diálogos sobre a necessidade de se criar um instituto que salvaguardasse a memória e a história do jornal e gráfica “Folha Machadense”. Somente em 2010 foi realizada a primeira reunião formal e o instituto foi nomeado de “Instituto Cultural Folha Machadense”. Entretanto, não ocorreu a continuidade do empreendimento. Em 2017, os idealizadores desse antigo projeto retomaram a ideia do instituto antigo a fim de ampliar suas dimensões – dessa forma surgiu o IMAC (Instituto Machadense de Artes e Ciências). O primeiro projeto do IMAC, em processo de implementação, é o “Museu Ferroviário e do Café Machadense”.

Como foi explanado, o município de Machado apresenta importantes registros históricos que demarcam a trajetória da estrada de ferro e da cultura do café na região. Embora a Prefeitura Municipal mantenha a "Casa da Cultura", espaço voltado à coleta, armazenamento e exibição de objetos relacionados à histórica local, carece de uma proposta dedicada ao destaque cafeeiro e do transporte ferroviário citadino.

A partir dessa ausência de enfoque temático é que foi criado o Museu Ferroviário e do Café Machadense que se caracteriza essencialmente como um Museu histórico que dará ênfase a esses dois aspectos da história machadense através de:

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Documentação Textual

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Documentação Iconográfica

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Acervo Museológico Tridimensional

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Depoimentos de História Oral

O acervo do Museu é composto, em parte, por objetos cedidos pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), doação de moradores da região de Machado que estavam envolvidos no funcionamento da antiga ferrovia e, também, objetos que já pertenciam ao Instituto Machadense de Artes e Ciências. Sobre os objetos cedidos, José Vitor da Silva, Diretor do IMAC, entrou em contato com órgãos pertinentes sobre a guarda de objetos pertencentes às antigas ferrovias.

Assim que a Rede Ferroviária Federal foi extinta, seus materiais foram recolhidos das estradas de ferro e foram alocados em diversos pontos do Brasil, entre eles, Juiz de Fora/MG. A partir do contato de José Vitor da Silva e Edelson Borges da Silva com o DNIT, em Brasília, foi permitida a cessão de parte do material localizado em Juiz de Fora para fins de criação do Museu. Por meio do Termo de Cessão de Bens Móveis no76, foram transferidos para o IMAC 63 bens em documento firmado no dia 20 de julho de 2018 entre Charles Magno Nogueira Beniz (Diretor de Infraestrutura Ferroviária) e José Vitor da Silva (Diretor do IMAC).

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